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Review | Cultos Inomináveis

Recorte da ilustração de capa do livro de RPG Cultos Inomináveis traz a cena de um ritual acontecendo. Na imagem, uma mulher branca aparece nua, com o corpo e a face repleto de desenhos e símbolos em tinta vermelha (ou sangue, não sei dizer), ajoelhada segurando um livro na mão direita e um punhal na mão esquerda ao lado de um corpo. Ao redor da mulher várias velas estão posicionadas em um circulo arcano e tentáculos destroem parte da sala. No canto superior direito simbolos mostram que se trata de uma resenha de um livro, enquanto no canto inferior esquerdo o título da obra aparece em letras estilizadas.
As obras de Howard Phillips Lovecraft desde sempre inspiram outros autores, roteiristas, quadrinistas e criadores de todo o mundo. Responsável pelo que posteriormente seroa chamado de Mitos de Cthulhu, o próprio autor incentivava  o uso de suas criaturas e ideias a fim de expandir a mitologia criada por ele, repleta de criaturas ancestrais incompreensíveis, segredos terríveis e a insignificância humana perante o horror cósmico. Dificilmente você terá escapado incólume de uma ou outra referência direta ou indireta na Cultura Pop. E é claro, os jogos não seriam uma exceção.
Em 2019 a Buró Brasil, anunciou a publicação de um dos jogos que mais conquistaram a atenção do público nos últimos tempos: Cultos Inomináveis, da editora espanhola Nosolorol. Neste RPG baseado nas histórias de H.P. Lovecraft, temos uma nova abordagem, trazendo as tramas para a modernidade dos dias atuais e tecnologias, colocando os jogadores em áreas cinzentas, se apropriando do oculto e dos poderes antigos, seja qual for o seu objetivo final. O papel do cultista não mais estará relegado ao antagonista, afinal, quando todos passam a se envolverem com as forças do desconhecido, o cultista se torna o centro da história. Esteja ele tentando impedir um apocalipse ou tentando causá-lo.
Interessante? Bastante! 
Ao colocar os jogadores para trilhar seu caminho em tons de cinza, há uma abertura para os mais interessantes personagens possíveis com suas motivações, moralidade e anseios sempre em teste. A modernização da ambientação também abre espaço para narrativas mais variadas, podendo ir de um culto religioso apocalíptico no interior dos EUA, até uma corporação que mistura genética e magia pra criar mercenários abomináveis pra serem vendidos a quem pagar mais! Os jogadores estarão imersos desde o início em esquemas que acontecem por trás do véu!
Mulher branca e jovem sentada em um sofá de couro de três lugares em frente a uma janela com um notebook no colo. A mulher tem cabelos pretos e curtos, e olha para frente com cara de desafio enquanto faz gestos de mão mágicos que invocam tentáculos espectrais vermelhos que saem da tela do computador. Ser cultista em 2021 é invocar o mal visitando o twitter!
O que podemos esperar de Cultos Inomináveis
O público deve estar preparado um jogo voltado para o público adulto, explorando complexidades nas propostas e temáticas, mas ainda um jogo ideal para iniciantes, conhecedores dos Mitos ou não, e exploradores curiosos. O sistema preza por algo mais simples, com dinamismo nas resoluções e participação ativa do jogador em prol da construção da história, abraçando um dos principais pilares do RPG que é justamente a experiência da construção conjunta de uma narrativa memorável entre amigos.
A forma como a imersão é elaborada, desde a construção de personagem com elementos focados em adicionar pontos a narrativa até a proposta de desafios do próprio sistema, engrandecem e abrem espaço para excelentes experiências. Inclusive destaco também que a própria criação de personagens, além de altamente imersiva, é extremamente divertida! Atribuir Conceitos, Traços, Marcos, Complicações, e pensar de que forma isso influenciará e será utilizado é quase tão empolgante quanto enfrentar seres de outra dimensão!
Cultos Inomináveis traz um pouco de frescor aos jogos ao colocar os jogadores em novos papéis e apresenta muito bem o sistema Hitos, que funciona perfeitamente enquanto sistema genérico de narrativas e agrega em possibilidades ao que já temos publicado em território nacional (espero sinceramente que a Buró traga-o  também). O pessoal do Confraria de Arton produziu um artigo bem completo com detalhes sobre o livro capítulo a capítulo que vale a pena conferir se ficou curioso sobre esses pontos mais a fundo (e eu recomendo que os leia). Ademais, é possível conferir uma amostra, além de fichas editáveis de personagem, na página do sistema no site da editora.
Além do livro básico, a Buró trouxe no financiamento coletivo realizado em 2019, diversos conteúdos para alimentar o sistema e ampliar as possibilidades, incluindo a Divisória do Mestre de Jogo, Postnomicon (um compilado de aventuras) e Oculto em Branco (um suplemento centrado em um dos cultos do cenário), além da campanha Filhos de Nyarlathotep. Esse material se encontra disponível em formato físico com itens exclusivos, incluindo um kit de luxo, na Loja da Editora Buró Brasilou em formato digital no Dungeonist com cada material separado ou em um super bundle.
E então, preparado para mergulhar no horror em busca de seus objetivos?

Interlúdio.:16 | Refúgio (Trilogia do Elfo Negro Vol.3)

Imagem retangular com uma montagem de elementos. Sobreposto sobre uma imagem do céu estrelado em tons de azul, um retângulo com bordas brancas contém: Um recorte da ilustração de capa do livro Refúgio, que mostra no centro da imagem o elfo negro Drizzt com uma malha de metal prateado e proteções de metal escuro saindo de uma caverna e encarando o horizonte ensolarado. Na mão esquerda, o personagem de pelo roxo escura e cabelos brancos longos, carrega uma espada e sua mão esquerda apoiada na fronte protege seus olhos da luz. Em destaque sobre a imagem em letras brancas o título do podcast se destaca no canto inferior esquerdo. Enquanto no canto superior direito três ícones - um foguete um microfone e um número - representam a nave Interlúdio, que se trata de um podcast e sua numeração 16.

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A bordo da Interlúdio, o Capitão Ace Barros e sua Imediata, Hall-e, pedem ajuda a Diogo Fernandes, Camila Loricchio e Samuel Muca para concluir a exploração das páginas da Trilogia do Elfo Negro e entender as origens do Drow mais famoso do RPG e da literatura agora em Refúgio.
Embarque conosco em dois blocos - um SEM e outro COM spoilers - abordando mais detalhes dessa fascinante leitura, suas relações do Dungeons & Dragons e o cenário de Forgotten Reamls, aventuras de um elfo negro de bom coração e sua pantera extra-dimensional em uma nova vida na superfície, com novos amigos e inimigos, e a busca por um refúgio.
Acompanhe-nos, estimados exploradores de universos!

DURAÇÃO: 1 hora 15 Minutos 47 Segundos

COMENTADOS NO PODCAST:

Catarse | Apoiei Thorderzilhas: Árvore das Artes Mágicas
Catarse | Apoie a coletânea Farras Fantásticas
Parceiros | Aproveite as Pré-Vendas da AVEC Editora

Livro | 
Pátria (Trilogia do Elfo Negro Vol.1) - Compre na Amazon - Compre na JambôSkoob
Podcast | Interlúdio.:01 | Pátria (Trilogia do Elfo Negro Vol.1)
Livro | Exílio (Trilogia do Elfo Negro Vol.2) - Compre na Amazon - Compre na Jambô - Skoob
Podcast Interlúdio.:12 | Pátria (Trilogia do Elfo Negro Vol.2)
Livro | Exílio (Trilogia do Elfo Negro Vol.3) - Compre na Amazon - Compre na Jambô - Skoob
Pacote Promocional | Trilogia do Elfo Negro
Artigo | Ordem de Leitura de A Lenda de Drizzt
Filme | A Espada Mágica: A Lenda de Camelot
Podcast do Diogo | Motherbase
Podcast do Samuel | Boteco dos Versados
Loja/Editora da Camila | Castelo de Cartas

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TRILHAS:
Take a Chance by Kevin MacLeod
Fanfare for Space by Kevin MacLeod


Review | Acorda pra vida, Chloe Brown


A saudade que eu estava de um livro de comédia romântica foi total e completamente suprida por esse livro.
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Depois de quase ser atingida por um carro em alta velocidade, Chloe Brown se dá conta de que seu obituário seria um tanto entediante. Para reverter essa situação, ela decide montar uma lista de atividades necessárias para finalmente acordar para a vida. Mudar assim não é nada fácil, mas, para sua sorte, ela encontra alguém que (mesmo que ela não queira inicialmente) pode ajudá-la nessa missão.
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Chloe (um nome que eventualmente confundo o local onde fica o l e o h) é uma protagonista negra, que não é magra, tem fibromialgia e um problema a resolver (como toda boa protagonista de comédia romântica). Red Morgan tem um passado complicado, a palavra "mãe" tatuada na mão, gosta de pintar, e é bonitão (como esperado de um bom par romântico desse tipo de livro). Um acordo leva ambos a se aproximarem e perceberem que suas primeiras impressões estavam erradas. E que, mesmo com traumas do passado e receios quanto ao futuro, ainda podem ser surpreendidos pelo amor.
“Por que”, ele perguntou, “eu conheceria esse gato?”
“Não sei, você ocupa uma posição de autoridade na comunidade local.”
Red olhou para ela, desconfiado. “Que troca lâmpadas para senhorinhas e envia avisos de vencimento de aluguel.”

Acorda pra vida, Chloe Brown, TaliaHibbert, tradução de Lígia Azevedo.
Eu poderia continuar a resenha dizendo que li tudo em apenas uma sentada (uma piada pertinente pra um livro que tem cenas hot), mas não vou. Direi apenas que foi uma leitura fluida, agradável, e que fiquei extremamente satisfeita com a história. Descobri posteriormente que é o primeiro livro de uma trilogia, e gostei tanto da escrita da autora que irei atrás do restante sem dúvidas. Estava meio travada com leituras e sem saber o que ler em seguida, e fiquei feliz de que minha escolha foi a jornada de Chloe Brown. A autora tem inclusive uma preocupação em adicionar diversidade na obra, e isso é tratado de forma bem natural, coisa que me agradou bastante.
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Apesar de não ser uma leitora tradicional desse tipo de livro (de comédia romântica sim, das mais hot, nem tanto), eu gostei das cenas, gostei das personagens que acompanham a história (um beijo, Annie, rainha das calcinhas, beijo pras irmãs da Chloe; e vó Gigi, vossa senhoria é uma diva, assistiria um spin off seu), e gostei do desenlace. Tem dias que a gente precisa de um livro que tem os dramas esperados, as piadolas, os tropos conhecidos e agradáveis, mas que saiba que acaba com final feliz. E essa história entrega tudo isso.
“A única coisa interessante naquele espaço apertado era a cadeira de jardim pintada de rosa jogada a um canto. Uma placa amarrada ao assento com seda vermelha dizia: NÃO SENTE EM MIM, SOU FAMOSA.”

Acorda pra vida, Chloe Brown, TaliaHibbert, tradução de Lígia Azevedo.
Pra finalizar, fica o alerta que tem sim alguns gatilhos de relacionamento abusivo (que não envolvem os dois, mas envolvem o passado deles), alerta que inclusive aparece no início do livro, e que as cenas hot são... definitivamente hot. Então, caso você não curta tanto esse tipo de cena, digamos que elas são bem explícitas (muito bem escritas, mas ainda assim explícitas), e é bom ir já sabendo disso. Agora, se é o que curte, esse é pra você!
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Fica aqui meu beijo pro Red (personagem com o qual mais me identifiquei) e pra Chloe. Espero ler mais sobre as irmãs dela no futuro.

Resenha escrita por Camila Loricchio. Siga no twitter: @camiaetria


Título: Acorda pra vida, Chloe Brown | Editora: Paralela
Autora: Talia Hilbert  | Tradução: Lígia Azevedo
Ano: 2021 | Gênero: Comédia Romântica - Romance Moderno

Catarse | Farras Fantásticas

Pessoas do Brasil e além, a oportunidade de viajar pelo Nordeste e conhecer diversas festas populares acaba de chegar de forma totalmente segura e livre de risco de infecções (mas o risco de se encantar é garantido)!
Reunindo dezoito contos de autoria de pessoas de todo o nordeste, misturando a tradição e o contemporâneo, a antologia Farras Fantásticas traz histórias que celebram as festas populares de cada um dos nove estados da região com um toque do fantástico, do especulativo.
A coletânea organizada por Ian Fraser (Araruama/Noir Carnavalesco), Ricardo Santos (Estranha Bahia) e João Mendes presta homenagem ao que há de melhor na cultura popular e, ao mesmo tempo, vai além. Por meio da ficção científica, do terror e da fantasia, busca trazer olhares diferentes sobre esse Nordeste tão vibrante. A antologia é uma semente sendo plantada, na esperança de dar bons frutos para a literatura fantástica nordestina e nacional.
Farras Fantásticas terá aproximadamente 300 páginas, impresso em papel Pólen 80g (amarelinho), com capa em papel de qualidade e com orelhas, e vai acompanhado de marcador da antologia + marcador da Editora Corvus, além de uma fitinha de Senhor do Bonfim, característica da cultura baiana, e um postal (tamanho A5) ilustrado por Fernando PJ. Além disso, outros combos estarão disponíveis em versão física e digital exclusivamente durante a campanha.
Para quem não conhece, o funcionamento de um financiamento coletivo é simples: os objetivos são esclarecidos na página da campanha e as recompensas são apresentadas, o apoiador escolhe entre as possibilidades com quanto irá contribuir já sabendo qual será a sua recompensa. Quando a meta não é alcançada o dinheiro é devolvido, e em algumas campanhas quando o valor estipulado é ultrapassado metas extras bonificam aqueles que contribuíram (não necessariamente todos, isso varia de recompensa para recompensa e de campanha para campanha).
Para participar do financiamento de Farras Fantásticas, basta escolher o apoio que contemple aquilo que seja do seu interesse e caiba no seu bolso. A campanha ficará disponível por mais 58 dias no Catarse (a contar de 22/04) e tem entrega de recompensas prevista para Setembro de 2021.
Agora que você já está por dentro de tudo confira a página do projeto no Catarse no abaixo e descubra mais informações: quais exatamente são as recompensas, detalhes sobre como seu dinheiro será investido, artes etc. A campanha segue aberta até o dia 19 de Junho e pode ser acessada pelo link catarse.me/farras.

Review | A Segunda Morte de Suellen Rocha

Dafne, Mariana, Maria Claudia e Suellen sempre foram grandes amigas. Na adolescência formavam um grupinho inseparável e juntas viveram momentos maravilhosos juntos. Até que um acontecimento começa a rachar a amizade das quatro. E, logo após isso, algo mais acontece pondo um fim definitivo no relacionamento delas.
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Os anos passam, cada uma segue sua vida, algumas até mesmo mudam de cidade, e o que passou parece estar enterrado. É quando Suellen é encontrada morta, de maneira brutal, em sua casa. Como se isso não bastasse, na parede está escrito "assassinas" com o sangue da vítima. O que acontece a partir daí é um fluxo de lembranças, que se entrelaçam aos fatos do presente, e que vão nos ajudar a desvendar esse mistério.
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Esse foi o meu primeiro contato com um livro de Claudia Lemes e é inegável que ela escreve muito bem. A história é envolvente e tem uma atmosfera de mistério que prende o leitor a cada nova página. Gostei de como ela construiu a história e desenvolveu os dramas pessoais de cada um dos personagens, dando a eles motivações para seus atos futuros. Claudia é detalhista e, em alguns momentos, suas descrições precisas podem chocar a alguns leitores.
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Contudo, embora eu tenha gostado de como o mistério foi conduzido e da explicação por trás dele, tiveram alguns pontos que não me agradaram. O primeiro deles é o triângulo amoroso entre uns personagens que, na minha opinião, não acrescentou nada à trama. Eu entendo o porquê dele existir no passado, mas não vi motivos para que ele fosse novamente utilizado no futuro. Não funcionou comigo e meu ranço por dois personagens desse triângulo só aumentou.
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O segundo ponto foi o fato de algumas questões terem sido trabalhadas de forma mais rasa. Existe um relacionamento abusivo retratado na trama que podia ter sido melhor utilizado, bem como uma personagem que tem uma história de vida incrível e acabou ficando apagada e tomando um rumo que, a meu ver, foi desnecessário. Enfim, foram pequenas coisas que me desagradaram e que contaram muito na minha avaliação final. Eu realmente acho que a autora traz algo inovador, mas esperava um pouco mais em relação aqueles pontos que citei acima.
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A Segunda Morte de Suellen Rocha é uma história que me surpreendeu pelas críticas que traz em suas páginas e muitas vezes vi muito da nossa realidade sendo retratada ali. A resolução foi, em partes, surpreendente. Algumas coisas eu já havia deduzido porque a autora vai nos dando pistas do que está acontecendo, mas uma me chocou bastante quando ficou claro a motivação do assassino.
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O livro possui vários gatilhos, todos eles bem sinalizados logo no início, e algumas cenas podem sim chocar (eu fiquei em choque com uma, confesso). Se você gosta de histórias fortes e envolventes, preços ler esse livro.

Resenha escrita por Neyla Suzart. Siga no Instagram: @cdmblog


Título: A Segunda Morte de Suellen Rocha
Autora:  Cláudia Lemes
Editora: AVEC Editora
Ano: 2020 | Gênero: Policial, Thriller e Suspense



Interlúdio.:15 | Uma Dose de Suspense e Investigação

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Mistério! Suspense! Investigação! A bordo da Interlúdio, o Capitão Ace Barros e sua Imediata Hall-e, recebem ajuda de Camila LoricchioLígia Colares para trazer três indicações de leitura unidas pela mesma temática em diferentes vertentes!
Embarque conosco nessa transmissão onde um homem acostumado a retirar corpos de animais da estrada precisa lidar com o misterioso aparecimento de cadáver humano no local; acompanhe uma grávida em busca de um lugar seguro para dar a luz em meio a uma pandemia onde pessoas entram em combustão espontânea de uma hora para outra; descubra como o jovem Sherlock Holmes, a filha do maior ladrão do mundo e um jovem inventor se meterão em diversas aventuras para frustras os planos de uma grande companhia, já que os adultos não acreditam neles!
Acompanhe-nos, Exploradores de Universos!

DURAÇÃO: 42 Minutos 21 Segundos

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Livro | Enterre Seus Mortos, de Ana Paula Maia - Skoob - Compre na Amazon
Livro | Mestre das Chamas, de Joe Hill - Skoob - Compre na Amazon
Série | Sherlock e Os Aventureiros
Livro 1 | O Mistério dos Planos Roubados, de A.Z.Cordenonsi - Skoob - Compre na Amazon
Livro 2 | O Problema dos Calculos Maquináres, de A.Z.Cordenonsi - Skoob - Compre na Amazon
Livro 3 | Sherlock e os Aventureiros, de A.Z.Cordenonsi - Skoob - Compre na Amazon

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Review | Mulherzinhas

Depois de ter, finalmente, assistido ao filme “Adoráveis Mulheres”(2019) resolvi retomar minha leitura de Mulherzinhas, da autora Louisa May Alcott, que estava parada na estante, ou melhor, no Kindle, desde antes da estreia do filme. Retomei a história das irmãs March e embarquei de vez no cenário acolhedor e bucólico que só uma cidade interiorana do século XIX pode proporcionar. 
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A história do livro se passa durante o final da guerra civil americana e vai relatar o dia a dia das quatro irmãs March durante o período de um ano. Logo no início ficamos sabendo que o pai das meninas está servindo no exército, que a família tinha perdido muito de seu dinheiro e que elas estavam levando uma vida bem mais simples do que no passado. Toda a ação do livro ocorre num ambiente doméstico e caseiro, sem confrontos externos ou vilões assustadores. É uma história focada no crescimento e desenvolvimento das personagens, na convivência familiar e no desenrolar das amizades. 
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Meg, a mais velha, é a que mais se ressente da riqueza perdida (talvez por se lembrar melhor do passado e perceber a diferença). Ela trabalha como preceptora de uma família rica e vive exposta a um constante contraste entre a situação luxuosa de seus empregadores e simplicidade que vive em casa. Os March sobrevivem bem e são capazes de ajudar seus vizinhos, mas não têm dinheiro para roupas, luvas e chapéus da última moda. 
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Jo, a protagonista, se dedica a inúmeras brincadeiras, clubes secretos e, é claro, à sua escrita. Ela é criativa, inteligente e tem um pavio bem curto, mas também é generosa e bondosa com aqueles que ama. Jo sonha em publicar as histórias que escreve, mas, enquanto o sucesso não chega, serve como dama de companhia a uma tia ranzinza, pela qual não sente lá muito apreço. 
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Beth, a mais tímida das quatro irmãs, é muito caseira e apegada à música e ao piano. Extremamente bondosa e meiga, ganha aos poucos o coração e o carinho de todos. Apesar de não ter como não se emocionar com a história da garota, percebi que ela tem uma evolução muito menor do que a das outras irmãs. Ela é uma personagem que já aparece quase “pronta” desde o início da narrativa. 
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Por fim, temos Amy, a caçula e artista plástica da família. Ela tem um bom desenvolvimento ao longo da história, mas, invariavelmente, tem uma opinião muito elevada da própria importância e gosta de usar palavras difíceis, em outros idiomas e utilizar ditos populares (os quais muitas vezes emprega de forma equivocada). Apesar dos momentos dramáticos e de ser considerada um pouco irritante, Amy serve como alívio cômico ao longo da história. 
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Além das meninas, outra personagem muito importante a qual somos apresentados, é a mãe, a sábia senhora March, que ampara as filhas nos momentos de dificuldade e também tem um bom espaço na história, de modo que conhecemos tanto suas virtudes quanto seus defeitos. Apesar de alguns personagens masculinos relevantes, Mulherzinhas é essencialmente uma história sobre mulheres, escrita por uma mulher de um ponto de vista realista e não idealizado ou preterido, como muitas vezes ocorre quando personagens femininas são narradas sob um ponto de vista masculino. Cada uma das irmãs tem características muito próprias que conseguem mostrar ao leitor que “ser mulher” pode ser muitas coisas diferentes. É claro que essa representação de diferentes papeis femininos aparece de uma forma bastante limitada para os padrões de hoje, mas, em certa medida, ajuda a empurrar os limites tradicionais do lugar da mulher na sociedade do século XIX. 
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O livro é quase uma autobiografia da autora que claramente é representada pela aspirante a escritora, Jo March. Mesmo que para um leitor do século XXI a história possa apresentar conceitos ultrapassados (que, sim, devem ser analisados, conversados e criticados se necessário), acredito que, vista sob a perspectiva da época, o livro é bastante progressista. As irmãs March trabalham, recebem seu próprio sustento e ajudam nas despesas da casa. Inclusive há uma passagem do livro em que uma amiga europeia de Laurie (o vizinho mais ou menos da idade das garotas que mora com o avô e se aproxima muito da família March) se choca ao saber que Meg trabalha como preceptora, mostrando um contraste entre a sociedade e os valores europeus e os do chamado “Novo Mundo”. 
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Minha maior crítica ao livro fica no fato de que, apesar da razoável independência das irmãs March, o casamento ainda é apontado como o auge da vida da mulher. O que é curioso pois, apesar de ser um claro registro da época, a própria autora nunca chegou a se casar e sustentava a família com sua escrita. Além disso era uma sufragista declarada e pronunciava suas opiniões políticas abertamente, com relação aos direitos das mulheres e contra a escravidão. 
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Alcott serviu de inspiração para diversas autoras, entre elas: Lucy Montgomery, a escritora de Anne de Green Gables. Ler Mulherzinhas logo depois das aventuras de Anne tornou muito difícil não estabelecer uma comparação. A escrita da Montgomery é bem mais fluida, os personagens muito mais cativantes e carismáticos e a visão dos papeis femininos um pouco mais progressista (apesar de ainda ser um registro muito próprio da época, no qual apenas pequenas mudanças começavam a despontar), a história de Anne ganha minha predileção. Ainda assim, finalizo destacando que a leitura foi agradável, que a atmosfera que Alcott passa em seu livro é acolhedora, envolvente e rende bons momentos junto às irmãs March e ao círculo de pessoas que as rodeiam. 

Resenha escrita por Simone Souza . Siga no twitter: @sih_souz


Título: Mulherzinhas
Autora: Louisa May Alcott
Editora: Várias (Escolha a Sua)

#ClubedoMultiverso.:15 | Especial Mês da Mulher


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Está no ar mais um #ClubedoMultiverso. Aqui, junto com nossos leitores e ouvintes, entregamos o resultado dos debates sobre a leitura conjunta de uma determinada obra, realizada em nossa comunidade no Discord no mês anterior.
Em nossa leitura coletiva de Março de 2021, aproveitamos para conferir narrativas curtas produzidas e/ou protagonizadas por mulheres brasileiras:  As sete vidas do Capitão Hernandez, de Isa Próspero; Meia-Noite em Viena, de Larissa Siriani; Corpo Estampado, de Iris M. Fonseca; e A noite cai, de Camila Cerdeira. Nesse episódio, junto do Capitão Ace Barros, estão Airechu e Camila Loricchio.
Ouça e descubra o que achamos dessas leituras; viaje por várias histórias e estilos; encontre aquela com que mais se identifica; e aproveite o que a produção literária brasileira tem de melhor a oferecer.
Acompanhe-nos, estimados exploradores de universos!

DURAÇÃO: 53 Minutos e 39 Segundos

COMENTADOS NO PODCAST:

Noveleta | As Sete Vidas do Capitão Hernandez, de Isa Próspero - Mafagafo Edição 3 (Novembro)
Conto | Meia-Noite em Viena, de Larissa Siriani - Revista Pretérita 1ª Edição
Noveleta | Corpo Estampado, de Iris M. Fonseca - Mafagafo Edição 3 (Setembro)
Conto | A Noite Cai, de Camila Cerdeira - Amazon

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"Long Note Two" by Kevin MacLeod (https://incompetech.com)
License: http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/




Divulgação | Lobonauta

Desenho colorido em tom cartunesco e de proporções irreais. Ao centro, um lobisomem com roupa futurista de astronauta, cor vinho com detalhes cinzas, e com um globo de vidro ao redor da cabeça. O lobisomem tem os olhos bem espaçados, cabelinho emendando com a barba meio Wolverine, cara de nervoso e olhos claramente irados. Em meio a uma fumaça que se dispersa, Lobonauta está segurando uma pistola a laser apontada para cima e pisando em uma gosma verde que espirra para todos os lados. À sua esquerda tem um robozinho da mesma cor do seu uniforme, redondinho, e com dois olhos de LED amarelos. Ao fundo bem distante está uma cidade alienígena, com prédios futuristas e um IMENSO planeta arroxeado no céu. Esse planeta possui duas luas azuladas, mais ou menos nas cores do planeta Terra.
Acostumado a transitar entre diversas vertentes da fantasia na literatura e nos quadrinhos, Felipe Castilho pretende mergulhar na velha rivalidade entre vampiros e lobisomens... mas agora no espaço. Lobonauta é a aposta do autor para o ano de 2021, onde lançamentos presenciais continuam sendo uma realidade distante e o digital acaba sendo uma importante opção na hora de disseminar novas histórias.
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Lobonauta será uma série de aventura desenhada por Tiago Holsi, quadrinista experiente no ramo do “terrir” – que é exatamente o que a palavra sugere, o terror para rir. Na história, o planeta Terra sofreu um rebranding e tornou-se o planeta Sangue, dominado por vampiros que arrebanharam a humanidade cruelmente em suas numerosas Fazendas de Sangue. Russo, o protagonista da HQ, é um humano descartado como alimento para vampiros e usado como cobaia para missões espaciais. Com seu código genético manipulado para transformar-se em lobisomem, a sua missão é encontrar mundos habitados e “abrir as portas” para que os sanguessugas os dominem – já que a regra vampiresca do “não pode entrar sem ser convidado” se mostrou válida também para a entrada de vampiros em outros planetas. Porém, Russo não tem o mínimo interesse em servir seus senhores, criaturas milenares que se tornaram ignorantes após tanto tempo de consumo de sangue humano pasteurizado.
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O Lobonauta visitará mundos, se metendo em encrencas, conhecendo aliados e procurando uma maneira de se livrar do rastreio do Planeta Sangue... sempre temeroso dos efeitos imprevisíveis de tantos satélites naturais espalhados pela galáxia. Afinal, se uma Lua pode fazer com que um lobisomem enlouqueça, já imaginou uma transformação em um sistema com dezenove delas?
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A HQ será exclusiva para os apoiadores do financiamento coletivo recorrente do autor, que entra em sua segunda temporada no Catarse Assinaturas. Criado em Dezembro de 2019, o projeto já produziu diversas histórias exclusivas no formato digital, como Guarás: A última margem (com arte de Monaramis), Cara (arte de Tainan Rocha), Ego Ex Machina (com Fred Rubim) e Coroa (com arte de Marilia Marz). Todas estas histórias estão no Drive que os apoiadores ganham acesso assim que realizam o primeiro apoio no projeto, que além das HQs completas e as novas páginas de Lobonauta, também oferece uma série de newsletters, tiras, lançamentos do autor e dicas de escrita para contos, romances e quadrinhos. Existem duas faixas de apoio: de R$ 7 e R$ 14.
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Confira uma amostra abaixo clicando nas imagens para ampliar. Para mais informações, acesse: catarse.me/felipecastilho


Título: Lobonauta | Autor: Felipe Castilho (roteiro) e Tiago Holsi (arte)
Ano: 2021 | Gênero: Ficção Científica/Fantasia/Humor

Desenho colorido em tom cartunesco e de proporções irreais. Ao centro, um lobisomem com roupa futurista de astronauta, cor vinho com detalhes cinzas, e com um globo de vidro ao redor da cabeça. O lobisomem tem os olhos bem espaçados, cabelinho emendando com a barba meio Wolverine, cara de nervoso e olhos claramente irados. Em meio a uma fumaça que se dispersa, Lobonauta está segurando uma pistola a laser apontada para cima e pisando em uma gosma verde que espirra para todos os lados. À sua esquerda tem um robozinho da mesma cor do seu uniforme, redondinho, e com dois olhos de LED amarelos. Ao fundo bem distante está uma cidade alienígena, com prédios futuristas e um IMENSO planeta arroxeado no céu. Esse planeta possui duas luas azuladas, mais ou menos nas cores do planeta Terra. Na parte de baixo o títuloda história: Lobonauta, seguido dos nomes do Felipe Castilho e do Tiago Holsi.Ilustração de um planeta redondo no espaço escuro meio avermelhado. Esse planeta é muito parecido com o planeta Terra, com algumas nuvens ao redor e também o que parecem alguns satélites. Dessa perspectiva dá para observar o continente americano, com vários pontos vermelhos distribuídos por todo o continente. Narração: “O terceiro planeta contando a partir do sol. O nome você já sabe:”Uma nave sai do planeta enquanto o narrador diz: “Isso mesmo, o Planeta Sangue. O quê? Não é assim que você lembrava?”. Ela tem a lataria pintada em tons roxos e cinzas, o formato de um pequeno avião, o número oito pintado na parte de cima, uma marca na parte de baixo de um círculo com um V dentro, e bem no meio o globo de vidro da cabine. Parece que a nave está saindo da América Latina. Dentro da cabine está um homem com roupa de astronauta vinho e cinza, sentado numa cadeira com proteção de coquinho, falando diretamente com o leitor. Ele é branco seu cabelo é um tufo marrom apenas no topo da cabeça, e atrás, ao fundo, é possível ver a Terra. Ele acena enquanto fala “Bom, se você ainda o chama de Planeta Terra, você provavelmente não ficou sabendo do rebranding, né?”. Ele coloca a mão no queixo e olha para cima, pensativo “Pera... você também estava em criogenia.Putz.”, em seguida se joga na cadeira com desleixo e revira os olhos “Então tem muita coisa para eu te atualizar”. Ele vira a cadeira de costas e abre uma grande tela ao lado da janela da nave, reclamando “Que preguiça do cacete...”.
Cena de uma cidade futurista grande, típico cruzamento de avenidasmas com duas camadas de trânsito, uma na estrada e outra de carros voadores. Prédios com estruturas arredondadas, um banco com o sinal da cruz. Na rua, umas motos passam para entregar delivery, pessoas compramcachorro quente, um policial cuida da faixa de pedestres e uma senhorinha se apoia em uma bengala com design arrojado enquanto anda com seu cachorro... No fundo tudo parece muito igual a atualmente. O narrador diz “Tá. A humanidade estava lá, fazendo o que fazia há séculos...” Dentro de uma sala com as paredes repletas de pôsteres, um homem branco aflito e indeciso olha ao mesmo tempo duas miniaturas de vídeos na frente dele, uma live da exploração de Vênus e uma imagem provando que não há curvatura, enquanto o narrador explica “... Explorando o espaço ao mesmo tempo em que tentavam provar que a Terra não era plana.Até que o Presidente Global do ano 2128, que era um ex-streamer, arrumou um jeito de criminalizar as teorias terrabolistas”. O presidente parece uma criança usando roupa de adulto, fumando um narguilé e usando a faixa presidencial. Fumaça se junta ao seu redor, e ele está brisando fortemente enquanto diz “Questionar... Sempre...”  Militares brancos e carrancudos escoltam uma fila enorme de cientistas de várias etnias, agora prisioneiros, todos com semblante triste e mãos algemadas.“Isso tirou a ciência de vez do caminho dos seres vivos, e abriu a porta para um mal antigo...”“Isso mesmo. Vampiros.” Em uma sala, um vampiro do estilooldschool, chiquérrimo, está sentado em uma poltrona de respaldo alto e um tapete estendido à sua frente, usando um enorme chapéu e segurando uma taça de vinho. Ao seu lado estão uma vampira loira também muito elegante em seu vestido vinho e um vampiro usando chapéu alto e capa se apoia em um cajado.  “Eles aguardaram nas sombras até o dia em que pudessem voltar sem medo de serem eliminados por vacinas ou outras maldições que a ciência podia conjurar.” Um dos vampiros mostra uma maleta cheia de outro do clã para um general militar, o militar com as mãos na cintura e no rosto, feliz e interessado. “E se os terráqueos negacionistas nada fizeram ao verem pessoas indo para as prisões... Desta vez não haveria ninguém para defender seus direitos.” Dessa vez a fila de humanos indo para as prisões inclui os militares e o presidente streamer chapado. Os vampiros usam roupas militares e chapéus prussianos, quase como a Primeira Guerra Mundial. “Os vampiros foram se espalhando pela Terra.Em pouco tempo, as prisões foram se transformando em grandes Fazendas Sanguíneas.” O cenário é muito parecido com as prisões e campos de concentração nazistas, ou uma fazenda de abate de gado. Vários humanos aglomerados em uma grande fila apertada, sendo observados por vampiros armados, um deles dá choque em um humano só por sadismo.